quarta-feira, 27 de maio de 2015

sábado, 2 de maio de 2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015

sábado, 5 de julho de 2014

Sociedade...

Olhamos para a sociedade
O que vemos?
Consumo, sonhos irreais, dinheiro é tudo
Ambição pelo poder
Tudo gira em torno do status
É só isso o que querem
Ascender em seu campo de atuação
Almejam serem uma peça maior
Talvez menos descartável
Em meio a maquinaria da sociedade
Mas todos são iguais
Seria também todo indivíduo
Apenas mais uma peça descartável?
Se não é descartável
Trata-se do terrível individualismo
Se um não é descartável
Então não somos todos iguais
Iguais nos direitos
Diferentes nos deveres
Ah! Essa ética variável
Nenhum padrão absoluto se mantém

Tudo oscila

sábado, 14 de dezembro de 2013

Alegorias da Morte V

Poema integrante do livro Alegorias da Existência, de Marius Arthorius.



Pulsos rasgados
Coração perfurado
Movimentos proibidos
Ó deus por que não me salvou?
Mestre dos mestres
Tão morto
Como todos os mestres
Palavras distorcidas
Esquecidas
Levadas com o vento
Destruídas com o tempo
Um deslize, uma morte
Uma moeda para o transporte
Rumo à inexistência
Um sorriso ao coveiro
Um abraço para a escuridão