Novo livro de poemas "Alegorias da Existência", de Marius Arthorius
A existência é eternamente dividida entre o nascer e o morrer, o que ocorre entre estas duas etapas são apenas alegorias que criamos para encher o vazio existencial criado por nossas preocupações demasiadamente humanas. Nascer, crescer, estudar, trabalhar, envelhecer, aposentar, morrer. O ciclo que se segue com toda pessoa há algumas centenas de anos desde que a sociedade moderna se estabeleceu.
Faço-vos o elogio da existência, seja vazia ou plenamente preenchida de tolas preocupações, seja curta ou longa, toda existência tem seu fim, assim como todo fim teve seu começo. Adornemos nossas existências com lindas alegorias ilusórias em busca de um viver satisfatório. Trago-lhes as alegorias da existência e da morte.
Número de páginas:205
Edição:1(2012)
Formato:A5 148x210
Coloração:Preto e branco
Acabamento:Brochura c/ orelha
Tipo de papel:Offset 75g
http://www.clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 31 de julho de 2011
SOCIEDADE INSANA, de Marius Arthorius
SOCIEDADE INSANA, de Marius Arthorius

Quando o povo perde seu poder de escolha, quando as crenças são levadas ao extremo do fanatismo e quando o governo usa de forma errônea todo poder que possui em suas mãos. Surge então uma situação horrenda e indesejável a qualquer povo. No entanto, não muito diferente do caminho para o qual nossa sociedade ruma.
O que há de errado na pequena cidade Serenidade? Dominada por segredos e pelo medo no sobrenatural. Local em que a razão não encontra espaço no meio social. O que ocorre nesta cidade precisa parar, antes que a destruição chegue até seu povo.
Vislumbre os recantos mais obscuros que podem ser encontrados em nossa sociedade. Acompanhados dos momentos em que os instintos animalescos mais primitivos do ser humano afloram. Deixando de lado qualquer vestígio de racionalidade. Em meio a uma história envolta em terror e ficção científica. Recheada de reflexões sobre a vida, a morte, o tempo, o universo e a animalidade humana.

Quando o povo perde seu poder de escolha, quando as crenças são levadas ao extremo do fanatismo e quando o governo usa de forma errônea todo poder que possui em suas mãos. Surge então uma situação horrenda e indesejável a qualquer povo. No entanto, não muito diferente do caminho para o qual nossa sociedade ruma.
O que há de errado na pequena cidade Serenidade? Dominada por segredos e pelo medo no sobrenatural. Local em que a razão não encontra espaço no meio social. O que ocorre nesta cidade precisa parar, antes que a destruição chegue até seu povo.
Vislumbre os recantos mais obscuros que podem ser encontrados em nossa sociedade. Acompanhados dos momentos em que os instintos animalescos mais primitivos do ser humano afloram. Deixando de lado qualquer vestígio de racionalidade. Em meio a uma história envolta em terror e ficção científica. Recheada de reflexões sobre a vida, a morte, o tempo, o universo e a animalidade humana.
157 páginas. 1ª Edição, 2011.
Download gratuito: http://www.4shared.com/document/Dynd1CZc/SOCIEDADE_INSANA_-_Marius_Arth.html
Venda da versão impressa: http://clubedeautores.com.br/book/49463--SOCIEDADE_INSANA
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Desespero
Como pétalas de rosas
Que compõe um conjunto perfeito
Ela veio até mim
Quão maravilhosa Ela é
Retribuiu-me temporariamente
Tudo que por Ela sinto
E então como num sonho que se desfaz
Ela me deixou, na companhia da Solidão
O Desespero instalou-se em minha mente
Sufocando meu coração inerente
O Sofrimento me persegue
E a sua prima, a Tristeza, insiste em me visitar
A Paixão, permanece viva
Sobrevive como brava guerreira que é
Como fogo etéreo que resiste
Contra as ventanias do Desespero
Uma batalha que esfacela meus sentimentos
As lágrimas percorrem minha face
Como córregos perenes
Dia após dia, hora após hora
Daria minha vida para contigo estar
A maldita Esperança me assombra
Todos os dias, fazendo-me criar
Tolas expectativas para o futuro
E até mesmo o Escuro
Tenta me consolar
Numa fútil tentativa de que
Eu ignore o Passado
Mas tudo que faço é um fracasso
E tive a tolice de sonhar
Que poderia te conquistar
Como eu gostaria de ao passado retornar
Para que eu pudesse novamente te abraçar
E as estrelas com Você observar
Perante a doce luz do luar
Que compõe um conjunto perfeito
Ela veio até mim
Quão maravilhosa Ela é
Retribuiu-me temporariamente
Tudo que por Ela sinto
E então como num sonho que se desfaz
Ela me deixou, na companhia da Solidão
O Desespero instalou-se em minha mente
Sufocando meu coração inerente
O Sofrimento me persegue
E a sua prima, a Tristeza, insiste em me visitar
A Paixão, permanece viva
Sobrevive como brava guerreira que é
Como fogo etéreo que resiste
Contra as ventanias do Desespero
Uma batalha que esfacela meus sentimentos
As lágrimas percorrem minha face
Como córregos perenes
Dia após dia, hora após hora
Daria minha vida para contigo estar
A maldita Esperança me assombra
Todos os dias, fazendo-me criar
Tolas expectativas para o futuro
E até mesmo o Escuro
Tenta me consolar
Numa fútil tentativa de que
Eu ignore o Passado
Mas tudo que faço é um fracasso
E tive a tolice de sonhar
Que poderia te conquistar
Como eu gostaria de ao passado retornar
Para que eu pudesse novamente te abraçar
E as estrelas com Você observar
Perante a doce luz do luar
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