Mostrando postagens com marcador reflexões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reflexões. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 11 de junho de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Alegorias da Morte I
Poema integrante do livro "Alegorias da Existência", de Marius Arthorius.
https://clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA#.UpcYV-J0nkJ
https://clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA#.UpcYV-J0nkJ
De dentro das
catacumbas leviatânicas
Um sopro de
inverno dos mortos que ascendem
Dançam
alegres bebês
Enforcados em
seus cordões umbilicais
Ao som de
estupros necrofílicos
Sou um
cadáver que te banha em podridão
Eis me aqui
jogado ao chão
O senhor dos
Céus caiu por terra e morto agora ele jaz
Reino de
mentiras que chega ao fim
A estrela da
manhã renasce... brilhe! Viva!
Por detrás
dos montes da vida chegam as luzes da verdade
Queimando as
vidas dos cordeiros cegos
Contorcionistas
das dores
Retorcem-se
sobre suas covas coletivas
Ubi dubium
ibi libertas... assim proclamaremos!
Preparamos a
exumação
Daquilo que
não deveria retornar
Mas em todos
os corações há de sempre estar
Meu coração
já não pulsa... é gelo, é escuridão
É teu fim
certo, lento e sofrido
Névoas da
escuridão rodeiam minha inexistência
Enquanto
cinzas quentes queimam tua vida fraca
Você brinca
com teu coração pulando sobre uma faca
E quando se
der conta não saberá qual o teu berço
Será abortado
de teu quente lar
Na cova coletiva
de todos os não-vivos
Ali
eternamente teus restos permanecerão
Em meio ao vazio e ao nada... apenas silêncio e escuridão
Marcadores:
dor,
morte,
reflexões,
sofrimento
domingo, 28 de julho de 2013
Zoológico humano
Trancafiados em nossas
jaulas
Perambulamos por aí em
busca de estímulos
Que aliviem os
instintos animalescos
O zoológico humano é
mais restrito do que qualquer outro
Um rebanho amorfo que
ruma ao nada
E do nada surge tudo
Comporte-se como as
massas
Todo aquele que não o
faz deve ser educado
Dilacerado, macerado,
mentalmente reestruturado
Não há para onde ir
Estamos viciados no
zoológico
Dependente de todas as
ilusões alegres
Que encontramos nos
arredores de nossas jaulas
Hoje respiramos o ar
intoxicado
Assistimos aos
estímulos que nos viciam
Amanhã estaremos mortos
e esquecidos
Em meio aos vermes
estarrecidos
Permeando nossos órgãos,
pelo sol aquecidos
Marcadores:
morte,
reflexões,
sentimentos
sábado, 20 de abril de 2013
Sangue da sociedade
E vejo o sangue derramado
Sobre o sonho desvairado
A bile e o vômito se espalham sobre o corpo
Escorrem do organismo para um mundo distópico
Mas a vida não é para uso tópico
Em um último espasmo
A pele sendo dilacerada
Com a dor percorrendo a coluna vertebral
Um corte, liberando o odor visceral
Da ignorância que abunda dentro de cada um
Numa sociedade que ruma para lugar nenhum
Todos querem sempre mais para si
Mas quando perto um do outro
Querem a imagem perfeita do cidadão
Para não alterarem o seu status quo
E deseja-se então que todos sejam iguais
E quando os cadáveres
Abrem suas bocas para falar
Nada sai além de ar
Com o doce e pútrido aroma
Da decomposição social
Das deidades já mortas
Que contaminam o cotidiano
Tudo humano, demasiado humano
Sobre o sonho desvairado
A bile e o vômito se espalham sobre o corpo
Escorrem do organismo para um mundo distópico
Mas a vida não é para uso tópico
Em um último espasmo
A pele sendo dilacerada
Com a dor percorrendo a coluna vertebral
Um corte, liberando o odor visceral
Da ignorância que abunda dentro de cada um
Numa sociedade que ruma para lugar nenhum
Todos querem sempre mais para si
Mas quando perto um do outro
Querem a imagem perfeita do cidadão
Para não alterarem o seu status quo
E deseja-se então que todos sejam iguais
E quando os cadáveres
Abrem suas bocas para falar
Nada sai além de ar
Com o doce e pútrido aroma
Da decomposição social
Das deidades já mortas
Que contaminam o cotidiano
Tudo humano, demasiado humano
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Sociedade...
O
vento percorre as montanhas
Chega
até minhas narinasO aroma vindo de lugares distantes
De lugares que não são como antes
O
vento chega até mim
Encostando-se
a meu rostoVejo a tristeza da humanidade
A decadência desta sociedade
As
supostas autoridades se espalham
Hierarquização
daquilo que não éCombatem-se as diferenças sociais
Mas criam-se nomes disfarçados: “hierarquias”
Segregação que se espalha com um nome bonito
Maquilagem empresarial
Perde-se
a liberdade e os reais objetivos
Pois
na hierarquização, preza-se pelos objetivos pessoaisDaqueles que estão acima, nestas cadeias hierárquicas anti-naturais
Marcadores:
filosofia e ciência,
reflexões
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Novo livro "Alegorias da Existência"
Novo livro de poemas "Alegorias da Existência", de Marius Arthorius
A existência é eternamente dividida entre o nascer e o morrer, o que ocorre entre estas duas etapas são apenas alegorias que criamos para encher o vazio existencial criado por nossas preocupações demasiadamente humanas. Nascer, crescer, estudar, trabalhar, envelhecer, aposentar, morrer. O ciclo que se segue com toda pessoa há algumas centenas de anos desde que a sociedade moderna se estabeleceu.
Faço-vos o elogio da existência, seja vazia ou plenamente preenchida de tolas preocupações, seja curta ou longa, toda existência tem seu fim, assim como todo fim teve seu começo. Adornemos nossas existências com lindas alegorias ilusórias em busca de um viver satisfatório. Trago-lhes as alegorias da existência e da morte.
Número de páginas:205
Edição:1(2012)
Formato:A5 148x210
Coloração:Preto e branco
Acabamento:Brochura c/ orelha
Tipo de papel:Offset 75g
http://www.clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA
A existência é eternamente dividida entre o nascer e o morrer, o que ocorre entre estas duas etapas são apenas alegorias que criamos para encher o vazio existencial criado por nossas preocupações demasiadamente humanas. Nascer, crescer, estudar, trabalhar, envelhecer, aposentar, morrer. O ciclo que se segue com toda pessoa há algumas centenas de anos desde que a sociedade moderna se estabeleceu.
Faço-vos o elogio da existência, seja vazia ou plenamente preenchida de tolas preocupações, seja curta ou longa, toda existência tem seu fim, assim como todo fim teve seu começo. Adornemos nossas existências com lindas alegorias ilusórias em busca de um viver satisfatório. Trago-lhes as alegorias da existência e da morte.
Número de páginas:205
Edição:1(2012)
Formato:A5 148x210
Coloração:Preto e branco
Acabamento:Brochura c/ orelha
Tipo de papel:Offset 75g
http://www.clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA
Marcadores:
filosofia e ciência,
morte,
paixão,
reflexões,
sentimentos
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Pensamentos...
O pensamento não é meu, mas vale a pena o registro...
"(...)Existem, é claro, aqueles que não querem que falemos. Desconfio que ordens estejam sendo dadas e homens com armas já se ponham a caminho. Por que?
Porque enquanto a violência for usada no lugar do diálogo, palavras sempre terão seu poder.
Palavras oferecem um meio para o significado e para aqueles que escutam a enunciação da verdade.
E a verdade é que existe uma situação totalmente errada neste país. Não existe? Crueldade e injustiça. Intolerância e opressão. Onde um dia houve o direito de discordar, de pensar e falar como se desejasse, agora temos sensores e sistemas de vigilância forçando-nos a nos conformar solicitando nossa submissão.
De quem é a culpa? Com certeza existem aqueles que são mais responsáveis do que os outros e eles vão ter que prestar contas.
Mas verdade seja dita, se procuram por culpados só precisam se olhar no espelho...."
(V, de V de Vingança)
"(...)Existem, é claro, aqueles que não querem que falemos. Desconfio que ordens estejam sendo dadas e homens com armas já se ponham a caminho. Por que?
Porque enquanto a violência for usada no lugar do diálogo, palavras sempre terão seu poder.
Palavras oferecem um meio para o significado e para aqueles que escutam a enunciação da verdade.
E a verdade é que existe uma situação totalmente errada neste país. Não existe? Crueldade e injustiça. Intolerância e opressão. Onde um dia houve o direito de discordar, de pensar e falar como se desejasse, agora temos sensores e sistemas de vigilância forçando-nos a nos conformar solicitando nossa submissão.
De quem é a culpa? Com certeza existem aqueles que são mais responsáveis do que os outros e eles vão ter que prestar contas.
Mas verdade seja dita, se procuram por culpados só precisam se olhar no espelho...."
(V, de V de Vingança)
Marcadores:
filosofia e ciência,
reflexões
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Reflexões aleatórias II
Há algo que acontecerá sempre que você aparecer com novas ideias, novos valores morais que estão além dos já escritos, você será repudiado. Pois o povo se achava o dono da verdade, dono do correto, então aparece alguém e diz que as coisas precisam ser diferentes. Isso assusta, pois as pessoas não gostam de estar erradas. Elas não compreendem que muitas vezes por meio dos erros é que aperfeiçoamos a verdade e que toda verdade é passageira, toda geração terá suas verdades. É preciso criar valores mais dignos, sempre mais e mais, superar a geração anterior e ser superado pela próxima, assim deve ser.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Reflexões aleatórias
Muitas pessoas não odeiam os políticos corruptos pelo fato de eles estarem roubando o dinheiro do povo, mas sim por inveja, de eles não serem o político que está enriquecendo sobre os outros. Os políticos são eleitos pelo povo, são um reflexo deste, se os governantes agem de forma corrupta, é porque o povo em seu âmago também é corrupto. Que chegue logo o dia em que o povo deixe de ser corrupto, para que este fato seja um reflexo no governo.
Assinar:
Postagens (Atom)





