sábado, 2 de maio de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 5 de julho de 2014
Sociedade...
Olhamos para a
sociedade
O que vemos?
Consumo, sonhos
irreais, dinheiro é tudo
Ambição pelo poder
Tudo gira em torno do status
É só isso o que querem
Ascender em seu campo
de atuação
Almejam serem uma peça
maior
Talvez menos
descartável
Em meio a maquinaria da
sociedade
Mas todos são iguais
Seria também todo
indivíduo
Apenas mais uma peça
descartável?
Se não é descartável
Trata-se do terrível
individualismo
Se um não é descartável
Então não somos todos
iguais
Iguais nos direitos
Diferentes nos deveres
Ah! Essa ética variável
Nenhum padrão absoluto
se mantém
Tudo oscila
sábado, 14 de dezembro de 2013
Alegorias da Morte V
Poema integrante do livro Alegorias da Existência, de Marius Arthorius.
Pulsos
rasgados
Coração
perfurado
Movimentos
proibidos
Ó deus por
que não me salvou?
Mestre dos
mestres
Tão morto
Como todos os
mestres
Palavras
distorcidas
Esquecidas
Levadas com o
vento
Destruídas
com o tempo
Um deslize,
uma morte
Uma moeda
para o transporte
Rumo à
inexistência
Um sorriso ao
coveiro
Um abraço
para a escuridão
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morte,
sofrimento,
solidão,
tristeza
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Alegorias da Morte I
Poema integrante do livro "Alegorias da Existência", de Marius Arthorius.
https://clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA#.UpcYV-J0nkJ
https://clubedeautores.com.br/book/132889--ALEGORIAS_DA_EXISTENCIA#.UpcYV-J0nkJ
De dentro das
catacumbas leviatânicas
Um sopro de
inverno dos mortos que ascendem
Dançam
alegres bebês
Enforcados em
seus cordões umbilicais
Ao som de
estupros necrofílicos
Sou um
cadáver que te banha em podridão
Eis me aqui
jogado ao chão
O senhor dos
Céus caiu por terra e morto agora ele jaz
Reino de
mentiras que chega ao fim
A estrela da
manhã renasce... brilhe! Viva!
Por detrás
dos montes da vida chegam as luzes da verdade
Queimando as
vidas dos cordeiros cegos
Contorcionistas
das dores
Retorcem-se
sobre suas covas coletivas
Ubi dubium
ibi libertas... assim proclamaremos!
Preparamos a
exumação
Daquilo que
não deveria retornar
Mas em todos
os corações há de sempre estar
Meu coração
já não pulsa... é gelo, é escuridão
É teu fim
certo, lento e sofrido
Névoas da
escuridão rodeiam minha inexistência
Enquanto
cinzas quentes queimam tua vida fraca
Você brinca
com teu coração pulando sobre uma faca
E quando se
der conta não saberá qual o teu berço
Será abortado
de teu quente lar
Na cova coletiva
de todos os não-vivos
Ali
eternamente teus restos permanecerão
Em meio ao vazio e ao nada... apenas silêncio e escuridão
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